segunda-feira, 05 de janeiro de 2026
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Venezuelanos celebram prisão de Maduro, mas protestos surgem

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[email protected] EM 4 DE JANEIRO DE 2026, ÀS 04:23

Um bombardeio americano resultou na detenção do presidente da Venezuela, gerando reações intensas em várias partes da América Latina e nos Estados Unidos. Em Madrid, na Espanha, venezuelanos se reuniram na região central da cidade e celebraram com danças, expressando alívio pela situação política em seu país.

Na Argentina, a capital Buenos Aires também foi palco de festividades. Muitas pessoas se emocionaram, algumas chegaram a chorar, enquanto outros conduziram um “buzinaço”, um tipo de protesto sonoro, comemorando a queda do ex-líder.

Na Flórida, uma comunidade venezuelana dividida se manifestou. Algumas pessoas se reuniram para agradecer ao ex-presidente Donald Trump pelo apoio a ações contra o governo venezuelano, enquanto outras realizaram protestos e exibiram cartazes, questionando a situação política e até referenciando o caso Epstein.

Em Washington, a capital dos Estados Unidos, manifestantes pediram o fim do que chamaram de “máquina de guerra”, visando pressionar o governo americano sobre suas intervenções em outros países.

Na cidade de Lima, no Peru, venezuelanos cantaram seu hino nacional, muitos usando camisetas com símbolos dos Estados Unidos como forma de identificação com o apoio americano. Em Santiago, no Chile, o sentimento era semelhante, com mais comemorações entre os venezuelanos que vivem por lá.

Por outro lado, na embaixada dos EUA na Venezuela, gritos de liberdade ecoaram pelo local, mostrando um desejo de mudança entre os que se opõem ao governo atual. A repercussão dos eventos demonstra a forte ligação entre a comunidade venezuelana no exterior e as mudanças políticas em seu país.

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