15/05/2026
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Gol condenada por mala danificada em AL

A Justiça de Alagoas condenou a Gol Linhas Aéreas a pagar uma indenização a um passageiro que teve a mala danificada durante uma viagem. A decisão é da juíza Sandra Janine Cavalcante, do 11º Juizado Especial Cível da Capital.

A companhia aérea terá que pagar R$ 3 mil por danos morais e R$ 449,90 por danos materiais ao cliente. O caso foi publicado no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) desta quinta-feira (14).

Segundo o processo, o passageiro fez uma viagem com desembarque em Fortaleza, no Ceará, no dia 24 de dezembro de 2025. Ao pegar a bagagem, percebeu que a mala estava danificada.

O consumidor afirmou que tentou resolver o problema diretamente com a Gol, mas não conseguiu. Ele então registrou uma reclamação na plataforma consumidor.gov.br no dia 30 de dezembro de 2025. Após 48 dias, a empresa ofereceu uma indenização de R$ 300, que só poderia ser usada em serviços da própria companhia.

Em sua defesa, a Gol disse que o caso era um mero aborrecimento comum no transporte aéreo. A empresa afirmou ainda que já havia oferecido uma solução administrativa razoável ao cliente.

A juíza Sandra Janine, no entanto, entendeu que a situação não se limitou ao dano na bagagem. Ela destacou o descaso da empresa em não resolver o problema. “O prolongado período de espera, associado ao descaso demonstrado pela fornecedora e à ausência de solução efetiva para o problema apresentado, ocasionou ao consumidor frustração legítima, sensação de impotência e perda injustificada de tempo útil”, afirmou a magistrada.

A juíza completou que a falha no serviço gerou um abalo psicológico indenizável, considerando o dano moral como presumido. O número do processo é 0700267-43.2026.8.02.0080.

Serial killer de Maceió tem pena superior a 200 anos

Em outro caso na Justiça alagoana, o serial killer de Maceió foi condenado por mais um crime. A pena total do homem, que matou várias pessoas, já ultrapassa dois séculos de prisão. A mais recente condenação foi pela morte de um criador de conteúdo.

Investigações apontam que o assassino continuou monitorando a namorada de uma das vítimas mesmo após o assassinato. O caso ganhou repercussão pelo número de vítimas e pela frieza dos crimes.