A prisão de Nicolás Maduro nos Estados Unidos provocou reações imediatas em diferentes países. Governos europeus pediram cautela e moderação em relação ao conflito na Venezuela. A Rússia, que é uma aliada do governo venezuelano, manifestou críticas à operação. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia reafirmou seu apoio a Maduro, mas não anunciou qualquer tipo de ajuda militar.
No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer comentou que não lamentará o fim do governo de Maduro. Ele expressou essa opinião em suas redes sociais. Por sua vez, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também se pronunciou, afirmando que a União Europeia está atenta ao desenrolar dos eventos e que apoia o povo venezuelano em busca de uma transição política pacífica e democrática.
O cenário continua em evolução, e as consequências dessa prisão podem afetar a dinâmica política na Venezuela e as relações internacionais do país.