Donald Trump completa, nesta terça-feira, um ano de presidência dos Estados Unidos. Desde o início de seu mandato, suas decisões têm chamado a atenção tanto de aliados quanto de opositores, alterando significativamente a agenda política interna e externa do país.
Quando Trump assumiu o cargo, o cenário global já começava a se transformar. Logo após seu discurso de posse, em que prometeu ser um conciliador e um defensor da paz, ele iniciou ações que contradiziam essa imagem.
Uma das primeiras decisões importantes tomadas foi a assinatura de uma ordem executiva que permitiu o perdão a pessoas condenadas pela invasão do Capitólio, ocorrida em 6 de janeiro de 2021. Essa medida surpreendeu muitos e gerou debates sobre a responsabilidade e as consequências desse ato.
Nos primeiros meses de sua presidência, Trump estabeleceu uma boa relação com Elon Musk, o bilionário à frente da Tesla e SpaceX, que havia apoiado financeiramente sua campanha. Musk entrou para a administração com a promessa de reduzir os gastos governamentais, o que resultou na demissão de cerca de 300 mil funcionários federais.
Além disso, Trump deu início a uma guerra comercial ao anunciar a imposição de tarifas alfandegárias sobre importações, visando proteger a economia americana. Ao mesmo tempo, sua administração se dedicou à deportação em massa de imigrantes em situação irregular, cumprindo uma de suas principais promessas de campanha.
Embora tenha afirmado que buscava acabar com conflitos, como na Ucrânia e na Faixa de Gaza, Trump ordenou operações militares em diversos países, incluindo Irã, Somália, Iémen, Nigéria, Síria, Iraque e Venezuela.
Essas ações têm moldado não apenas a política interna dos Estados Unidos, mas também suas relações com o resto do mundo, gerando diversas reações e consequências que continuam a reverberar.
