Na Europa, existem diferentes tipos de monarquias, e cada país tem sua própria forma de governar. A maioria das nações com monarquia é liderada por um rei, como é o caso do Reino Unido, Bélgica, Países Baixos, Noruega e Dinamarca. Nestes lugares, os reis desempenham papéis significativos, embora suas funções políticas sejam limitadas.
Um exemplo curioso é Luxemburgo, que é um grão-ducado. Isso significa que o território é governado por um duque, uma posição que foi estabelecida por um rei. Luxemburgo se tornou um ducado independente em 1890, após ter sido controlado por vários reinos ao longo da sua história.
Além disso, há países que são principados, ou seja, são governados por príncipes. Dentre os principados europeus, destacam-se Liechtenstein e Mônaco. Outro exemplo é Andorra, onde o cargo de chefe de Estado é compartilhado entre dois príncipes: o presidente da França e o bispo de Urgell, que está na Espanha. A função desses príncipes tende a ser mais simbólica, já que, na prática, o governo é conduzido pelo parlamento local e pelo primeiro-ministro.
Em contraste, o Vaticano representa um tipo diferente de monarquia: uma monarquia teocrática. Isso significa que o chefe de Estado, o Papa, também é o líder religioso dos católicos. O Vaticano é o menor país do mundo, localizado em Roma, e se tornou um Estado soberano em 1929, após o Tratado de Latrão. Antes da unificação italiana, o Papa governava um território chamado Estado Pontifício, mas ao longo do tempo, sua influência política diminuiu.
Dessa forma, a monarquia na Europa apresenta uma diversidade de sistemas, com cada local adaptando sua estrutura e funções às suas tradições e histórias únicas.