sexta-feira, 02 de janeiro de 2026
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CIA afirma que residência de Putin não foi atacada por Ucrânia

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[email protected] EM 2 DE JANEIRO DE 2026, ÀS 14:55

Relações Rússia-Ucrânia: Putin planeja uma resposta mais dura após alegações de ataque de drone

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, indicou que tomará medidas mais rígidas em resposta a uma suposta ofensiva de um drone ucraniano contra uma de suas residências. A acusação, feita pelas autoridades russas, não apresentou provas concretas e foi posteriormente desmentida pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA). Este desmentido causou certa controvérsia, especialmente entre figuras políticas, como Donald Trump, que inicialmente expressou apoio à versão russa.

A desconfiança em relação às alegações sobre o ataque a Putin vem de relatórios que circularam na imprensa americana, onde a CIA esclareceu que a Ucrânia não tinha como alvo a residência do presidente russo. Essa análise foi apresentada pessoalmente ao ex-presidente Trump pelo diretor da agência de inteligência.

Apesar de não ter se pronunciado sobre o assunto, Trump parece ter se distanciado da retórica mais agressiva em relação à Rússia. Apenas recentemente, ele compartilhou em suas redes sociais um editorial crítico ao governo russo, publicado pelo New York Post. O texto sugere que Putin pode ter mentido sobre o ataque, buscando sabotar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia.

De acordo com a reportagem, um funcionário dos Estados Unidos teria afirmado que a Ucrânia tentava atingir um alvo militar, que já havia sido atacado anteriormente, e que estava localizado em uma área próxima, mas não exatamente ao lado da residência campestre de Putin. A avaliação da CIA confirma que a Ucrânia não planejava atacar a casa de Putin, que fica na região de Novgorod, no noroeste da Rússia.

Enquanto isso, o conflito continua a deixar um rastro de destruição e sofrimento. Nos últimos 24 horas, a Ucrânia registrou duas mortes e 16 feridos devido a novos bombardeios russos. Por outro lado, Moscou acusa as forças ucranianas de terem causado a morte de 24 pessoas em ataques na região ocupada de Kherson.

Nesse contexto tenso, a possibilidade de um cessar-fogo parece cada vez mais distante, à medida que as hostilidades entre os dois países se intensificam e as acusações se multiplicam.

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